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Um dos militares da GNR suspeito de agressão em prisão domiciliária

Lusa 9 de Maio de 2019 às 21:14

Um dos militares da GNR detido por suspeitas de ofensa à integridade física qualificada, sequestro agravado e violação de domicílio por funcionário ficou em prisão domiciliária, disse hoje à agência Lusa fonte da Polícia Judiciária.

Segundo a mesma fonte, um dos militares, que é o principal arguido, ficou sujeito a "obrigação de permanência na habitação (prisão domiciliária), proibição de contacto com os outros militares da GNR dos postos de Odemira e Milfontes e suspensão de funções".

Os outros quatro militares da GNR detidos ficaram sujeitos a proibição de contacto com os outros militares da GNR dos postos de Odemira e Milfontes e suspensão de funções, acrescentou.