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PAM recebe 6,1 milhões de euros do Japão para assistência à população afetada por ciclones em Moçambique

Outro donativo foi anunciado na quarta-feira, pela petrolífera sul-africana Sasol Petroleum Temane.
9 de Maio de 2019 às 14:56
Ciclone Idai no Zimbabué
Ciclone Idai no Zimbabué
Ciclone Idai
Passagem do Ciclone Idai em Moçambique
Passagem do Ciclone Idai em Moçambique
Ciclone Idai no Zimbabué
Ciclone Idai no Zimbabué
Ciclone Idai
Passagem do Ciclone Idai em Moçambique
Passagem do Ciclone Idai em Moçambique
Ciclone Idai no Zimbabué
Ciclone Idai no Zimbabué
Ciclone Idai
Passagem do Ciclone Idai em Moçambique
Passagem do Ciclone Idai em Moçambique
O Programa Alimentar Mundial (PAM) recebeu esta quinta-feira uma contribuição de 6,1 milhões de euros do Japão para assistência à população afetada por ciclones e cheias em Moçambique.

"Graças a estes fundos, o PAM em estreita colaboração com o Governo de Moçambique e outros parceiros humanitários, vai poder apoiar 350.000 pessoas afetadas por desastres nas províncias de Tete, Sofala, Zambézia e Manica", anunciou em comunicado.

Outro donativo foi anunciado na quarta-feira, pela petrolífera sul-africana Sasol Petroleum Temane, que opera em Moçambique, e os seus parceiros de negócio, a ROMPCO - Republican of Mozambique Pipeline Investment e a CTRG - Central Térmica de Ressano Garcia.

Em conjunto, assinaram um memorando com a Cruz Vermelha de Moçambique no valor total de 650.000 dólares (580.520 euros) para apoio às províncias de Sofala, Manica e Zambézia.

"Esperamos que a nossa contribuição e os esforços dos nossos parceiros tragam algum alívio para as famílias afetadas por esta catástrofe", disse Ovídio Rodolfo, diretor da Sasol em Moçambique.

Noutra ação, a Cáritas Portuguesa angariou cerca de 347.600 euros através da campanha "Cáritas Ajuda Moçambique", disse fonte da organização à Lusa.

A verba está inserida no Plano de Resposta de Emergência da Caritas Internationalis que coordena toda ação da rede internacional Cáritas em Moçambique e que prevê apoio direto a 27.500 pessoas até junho de 2019 nas dioceses da Beira (Sofala), Chimoio (Manica) e Quelimane (Zambézia).

O país foi pela primeira vez atingido por dois ciclones muito intensos na mesma época chuvosa (de novembro a abril).

O ciclone Idai atingiu o cento de Moçambique em março, provocou 603 mortos e afetou cerca de 1,5 milhões de pessoas, enquanto o ciclone Kenneth, que se abateu sobre o norte do país em abril, matou 45 pessoas e afetou 250.000 pessoas.
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