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Correio da Manhã

Portugal
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Fiscalização mais apertada na costa em Vila Real de Santo António

Polícia Marítima apreendeu 180 quilos de conquilhas e polvo.
Tiago Griff 14 de Abril de 2019 às 10:04
Polícia Marítima realizou uma operação de fiscalização entre o rio Guadiana e a praia da Manta Rota
Polícia Marítima
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Polícia Marítima realizou uma operação de fiscalização entre o rio Guadiana e a praia da Manta Rota
Polícia Marítima
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Polícia Marítima
Polícia Marítima realizou uma operação de fiscalização entre o rio Guadiana e a praia da Manta Rota
Polícia Marítima
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Polícia Marítima
A Polícia Marítima está a apertar o cerco às embarcações de pesca que se dedicam à apanha de bivalves junto às praias de Vila Real de Santo António.

A última operação, no final da semana passada, resultou na apreensão de artes de arrasto que tinham sido modificadas e de cerca de 180 quilos de pescado.

Um dos barcos visados era de origem espanhola, cuja presença na região tem sido criticada por mariscadores locais.

"Face às denúncias que temos recebido, temo-nos dirigido mais para essas zonas", assume ao CM Rui Andrade, comandante local da Polícia Marítima de Vila Real de Santo António, em referência às queixas dos mariscadores da zona que acusam as embarcações espanholas de apanhar bivalves demasiado perto da costa com artes de arrasto que têm danificado aquele ecossistema.

Durante a operação, que ocorreu esta quarta-feira entre o rio Guadiana e a praia da Manta Rota, foram fiscalizadas sete embarcações, tendo sido elaborados quatro autos de notícia.

Um barco espanhol tinha a bordo uma arte de arrasto ilegal que usava lâminas para escavar mais a areia.

Os 180 quilos de pescado apreendido eram conquilhas e polvo com dimensões inferiores ao permitido por lei.
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