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Correio da Manhã

Portugal
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Prisão domiciliária para militar da GNR detido por agressões a imigrantes em Odemira

Cinco militares acusados ficam suspensos de funções por decisão de um juiz do Tribunal de Odemira.
Sérgio A. Vitorino 9 de Maio de 2019 às 19:22
GNR
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Um dos cinco militares da GNR detidos quarta-feira pela PJ de Setúbal por sequestro e agressão a pelo menos dois imigrantes nepaleses, em Odemira, ficou esta quinta-feira em prisão domiciliária.

Ficam todos suspensos de funções por decisão de um juiz do Tribunal de Odemira.

O militar que fica em prisão domiciliária é André Ribeiro, dirigente da Associação Socioprofissional Independente da Guarda (ASPIG/GNR). Acompanhava um empregador nepalês que se desentendeu, em outubro de ano passado, num restaurante Almograve, Odemira, com vários imigrantes com trabalhos agrícolas e que protestavam por causa de salários.

Estavam numa festa e quando de deu a rixa acabou por chamar quatro colegas GNR dos postos de Odemira e Vila Nova de Milfontes, que agrediram e ameaçaram os imigrantes.

Além disto, todos os cinco guardas ficam proibidos de contacto com qualquer outro militar dos postos de Odemira e Vila Nova de Milfontes

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