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Correio da Manhã

Sociedade
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Motoristas de matérias perigosas baixam proposta de salário base de 1.200 para 700 euros

Anúncio de contraproposta foi feito pela ANTRAM através de um comunicado.
8 de Maio de 2019 às 13:54
gasóleo, combustíveis
Combustíveis
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As negociações entre o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP) e a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) prosseguem, com o sindicato a apresentar uma contraproposta.

Assim, depois de ter iniciado as negociações com a exigência de um salário base de 1.200 euros, o sindicato propõe agora um "salário base de 700 euros com efeitos a partir do dia 1 de janeiro de 2020, mantendo-se, em termos gerais, os termos do atual CCTV, ainda que reforçando, em sede de seguros, exames de saúde e subsídio diário adicional a criar, a proteção dos trabalhadores afetos ao transporte de mercadorias perigosas em cisterna."

O vice-presidente da Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias.

Os responsáveis dos dois lados tinham ontem anunciado o acordo para um pacto de paz social pelo prazo de 30 dias, anunciou 

Paralelamente, patrões e sindicato, que estiveram esta quarta-feira reunidos no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa, colocaram em cima da mesa uma nova proposta salarial "muito próxima" dos 1.200 euros pretendida pelos motoristas, que carece agora do aval dos associados, afirmou o assessor jurídico do sindicato, Pedro Pardal Henriques.

O anúncio foi feito pela ANTRAM através de um comunicado, onde revela que agora vai "apresentar a proposta negocial aos seus associados para colher contributos, proceder à sua análise e assim estar em condições de dar uma resposta ao sindicato até ao final do mês de maio."

O Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosas e a ANTRAM chegaram ontem a acordo para um pacto de paz social pelo prazo de 30 dias. Patrões e sindicato, que estiveram reunidos no Ministério das Infraestruturas, em Lisboa, e segundo o assessor jurídico do sindicato, Pedro Pardal Henriques, colocaram em cima da mesa uma nova proposta salarial "muito próxima" dos 1.200 euros pretendida pelos motoristas, que carece agora do aval dos associados.

Recorde-se que os motoristas de matérias perigosas fizeram uma greve na semana que antecedeu a Páscoa, tendo provocado o caos, com os consumidores a correrem para os postos de abastecimento e com muitas bombas Acer obrigadas a fechar, precisamente por terem ficado sem combustível.

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