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Correio da Manhã

Sociedade
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PCP e CGTP sobem fasquia para os 850 euros

Central sindical exige subida “a curto prazo” do salário mínimo nacional, posição que foi ladeada por Jerónimo.
Raquel Oliveira 2 de Maio de 2019 às 01:30
Jerónimo de Sousa , secretário-geral do PCP, e Arménio Carlos, da CGTP,  que cumpriu ontem em Lisboa o último 1º de Maio como líder desta central sindical
Dia do Trabalhador em Lisboa
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Jerónimo de Sousa , secretário-geral do PCP, e Arménio Carlos, da CGTP,  que cumpriu ontem em Lisboa o último 1º de Maio como líder desta central sindical
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Jerónimo de Sousa , secretário-geral do PCP, e Arménio Carlos, da CGTP,  que cumpriu ontem em Lisboa o último 1º de Maio como líder desta central sindical
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A CGTP defendeu esta quarta-feira a fixação do salário mínimo em 850 euros a "curto prazo". O valor marcou o discurso de Arménio Carlos, dirigente que abandona a liderança da CGTP no próximo ano. As intervenções do 1º de Maio foram sobretudo feitas com os olhos postos nas eleições legislativas.

A central liderada por Arménio Carlos vai apresentar as suas propostas aos partidos para que sejam consideradas nos programas eleitorais, adiantou o dirigente, defendendo a clarificação "antes de 6 de outubro", a data das legislativas. Jerónimo de Sousa alinhou ao lado da CGTP no aumento do salário mínimo.

"Portugal não pode continuar a viver com os trabalhadores empobrecidos", sublinhou o líder do PCP. As "35 horas semanais sem perda de retribuição" é outra das reivindicações da CGTP anunciadas na manifestação que reuniu milhares de pessoas em Lisboa, na alameda Afonso Henriques.

A líder do BE, Catarina Martins, que também participou nas comemorações, lembrou que o Parlamento tem "decisões importantíssimas" a tomar em termos laborais antes do final da legislatura, esperando que o 1º de Maio seja um "momento de assumir compromissos".

Já a UGT, que assinalou o dia em Braga, defende o aumento salarial, mas Carlos Silva apenas levantou a questão, não se comprometendo com valores.

E criticou a recusa da CGTP em assinar acordos com os parceiros sociais, em sede de Concertação Social: "Quem é que assinou o acordo de Concertação Social? Os mesmos de sempre, a UGT, os patrões e o Governo. Os camaradas do costume, que estão sempre na Concertação Social, aparecem na televisão mas não assinam acordos."

Supermercados fazem promoções em dia de greve sem grande impacto
Os supermercados promoveram ontem, dia de greve dos trabalhadores do setor, campanhas de descontos generalizados.

Segundo o Sindicato do Comércio, a paralisação registou uma grande adesão, mas as empresas de distribuição dizem que o dia decorreu com normalidade, nos horários previstos. Apesar da greve, foram muitos os clientes a ir ao supermercado.

UGT contra sindicatos "descontrolados"
Carlos Silva, líder da UGT, deixou fortes críticas aos novos sindicatos. "É preciso que o surgimento destes processos reivindicativos mais agressivos e descontrolados consciencializem os empregadores de que há que valorizar os sindicatos tradicionais."

PORMENORES
Cabeçudo Costa
A liderar a manifestação da CGTP em Lisboa esteve um cabeçudo a imitar o primeiro-ministro, António Costa, sendo também visíveis faixas com mensagens contra a banca e em defesa dos salários.

Desfile nos Aliados
No Porto, a CGTP assinalou o 1º de Maio com o tradicional desfile na avenida dos Aliados e um comício. Já no Alentejo, em Évora, a manifestação seguiu do Teatro Garcia Resende até à Praça 1º Maio.
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