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Correio da Manhã

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Facebook remenda violações

Clientes ‘apanhados’ em conversas com amigos.
João Bénard Garcia 10 de Março de 2019 às 01:30
Mark Zuckerberg fundou rede
Mark Zuckerberg
Zuckerberg
Mark Zuckerberg é o cofundador da rede social Facebook
Mark Zuckerberg fundou rede
Mark Zuckerberg
Zuckerberg
Mark Zuckerberg é o cofundador da rede social Facebook
Mark Zuckerberg fundou rede
Mark Zuckerberg
Zuckerberg
Mark Zuckerberg é o cofundador da rede social Facebook
A Imperva, uma empresa de software e serviços de proteção a dados sediada na Califórnia, descobriu que uma falha na rede social Facebook podia ser replicada na aplicação Messenger, associada a esta rede social, permitindo que piratas informáticos acedessem a conteúdos confidenciais e identificassem com quem o utilizador estava a comunicar.

Esta informação foi partilhada pela Imperva com os responsáveis do Facebook em maio de 2018 e logo o gigante da internet combateu a vulnerabilidade.

Essa falha foi descoberta quando, através do ‘web browser’, podiam ser explorados elementos ‘iframe’ para ver com que amigos é que o utilizador tinha estado a trocar mensagens. Um tipo de ataque com a vantagem de quase nunca deixar rasto.

"Ataques paralelos baseados no ‘browser’ ainda são desvalorizados. Enquanto os grandes, como o Facebook ou a Google, os estão a apanhar, a maior parte da indústria ignora-os e torna-se vítima deles", explica Ron Masas, responsável pela Imperva.

Os contactos eram a única informação que poderia ser visível e a falha só podia ser explorada caso a vítima visitasse um certo sítio malicioso, estando em simultâneo conectado com o Facebook. Entretanto, a empresa de Mark Zuckerberg removeu os iFrames do Messenger para resolver o problema.

PORMENORES 
15 milhões deixam rede
Segundo um relatório da Edison Research, nos últimos dois anos o Facebook perdeu 15 milhões de utilizadores só nos Estados Unidos. Isso totaliza 172 milhões de utilizadores atuais na rede social.

Saúde ou informação
Sair do Facebook pode ser melhor para a saúde mental dos utilizadores, mas também os deixa menos informados, revela um estudo recente realizado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos.

Apagar histórico
É uma das ferramentas mais aguardadas pelos utilizadores do Facebook e vai ser disponibilizada ainda este ano. Em breve vai ser possível apagar o histórico de navegação na rede social.
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