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Burla com iates de luxo sem data de julgamento

Dois magnatas da construção civil e um sheik árabe estão entre os lesados em negócios.
Por Rui Pando Gomes 1 de Maio de 2019 às 10:09
Manuel Couto Alves foi um dos lesados
João Gama Leão foi lesado através da sociedade Prébuild
CM divulgou caso em 2018
Esquema de venda de iates rendeu milhares de euros a empresário da Vilamoura
Manuel Couto Alves foi um dos lesados
João Gama Leão foi lesado através da sociedade Prébuild
CM divulgou caso em 2018
Esquema de venda de iates rendeu milhares de euros a empresário da Vilamoura
Manuel Couto Alves foi um dos lesados
João Gama Leão foi lesado através da sociedade Prébuild
CM divulgou caso em 2018
Esquema de venda de iates rendeu milhares de euros a empresário da Vilamoura
Seis anos depois de terem sido burlados na compra de barcos de luxo, dois milionários portugueses continuam a tentar reaver os milhares de euros que pagaram a um empresário de Vilamoura sem nunca receberem as embarcações.

O Ministério Público (MP) acusou sete pessoas, em outubro de 2018, após uma complexa investigação realizada pela Polícia Judiciária de Faro, mas o processo, apurou o CM, regressou à fase de instrução e ainda não tem data para julgamento.



Em causa, tal como o CM noticiou em 2018, estão quatro negócios de compra e venda de iates da marca Sunseeker que, segundo o MP, renderam mais de cinco milhões de euros.

Entre os lesados estão os magnatas da construção civil Manuel Couto Alves e João Gama Leão, um sheik árabe ligado à joalharia e uma sociedade norueguesa.

Todos entregaram elevadas quantias monetárias para comprar os iates, mas nunca os receberam. Um deles foi vendido duas vezes.

O principal suspeito da burla é José Silvestre, que reside no Brasil e está acusado de burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais e insolvência dolosa.

Burla foi notícia em fevereiro de 2018
A notícia da burla milionária com a compra e venda de iates foi manchete do Correio da Manhã no dia 8 de fevereiro de 2018.

Na altura, era já avançado que entre as vítimas do empresário de Vilamoura estavam os magnatas da construção civil Manuel Couto Alves e João Gama Leão e um sheik árabe.

O principal suspeito, José Silvestre, foi detido em 2015 e a mulher, brasileira, tinha acabado de ser intercetada pela Polícia Judiciária.
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